Você é refém de quem?

 

De você mesmo. Essa é a resposta que poucos de nós têm coragem de se dar, mas os que enfrentam são capazes de mudar de vez o que não está funcionando. É o turning point.

E não esperem que essa resposta venha e uma condição física porque é o psicológico que nos imobiliza. Não sou eu que estou dizendo isso sozinho. Estou apoiando um mestre das negociações. George Kohlrieser negociava sequestros e hoje dá aula em um dos cursos de liderança mais disputados do mundo. Concordamos na prática.

Se você não comandar você mesmo, como vai liderar o seu time? Não vai. Comece a mudar o seu relacionamento com você mesmo. Flexibilize o que parece um mandamento e construa novos caminhos para desenvolver seus talentos – constantemente. Descubra, alimente e aceite novos talentos .Você não é o mesmo que na semana passada. Então, não se prenda a verdades que ficaram no passado.

Esse olhar para você mesmo é o que precisa usar com o outro. O outro que também não é mais o mesmo de quando você contratou – ainda bem! Você percebeu? Sim, porque ele olha para você com a certeza de que não é o mesmo chefe. Mas uma coisa ele precisa ver: inspiração.

E, para inspirar, tem que estar conectado com o outro. Não precisa gostar dele para se conectar. Precisam enxergar um no outro pontos que sustentem um crescimento conjunto. Nada, então, mais justo que tenham objetivos em comum. Será?

Será que o desafio que é colocado para cada um de seu time é um desafio para você também? Ou você é refém do seu cargo e vê tudo de cima, esperando os resultados. Esse é só um dos comportamentos que podemos mudar e abraçar a verdadeira liderança: a que faz com que todos se movam. Solte as amarras e navegue com simplicidade.